terça-feira, 4 de agosto de 2009

Essa foi A MUSA.




A musa na infancia.

Diana Frances Spencer nasceu como a terceira e última filha de Edward John Spencer, Visconde Althorp (1924-1992), e de sua primeira esposa, a Hon. Frances Ruth Burke-Roche (1936-2004), em Park House,na propriedade real de Sandringham em Norfolk, Inglaterra, às 19:45.
Ela foi batizada na Igreja de St. Mary Magdalene em Sandringham pelo reverendo Percy Herbert (reitor da igreja e ex-bispo de Norwich e Blackburn). Seus padrinhos foram: John Floyd (presidente da Christie's), Lady Mary Colman (uma sobrinha da Rainha Mãe), a Sra. Sarah Pratt e a Sra. Carol Fox.
Em Park House, Diana costumava brincar com os príncipes Andrew e Edward. Ela também gostava de ir à praia.

Problemas familiares de uma Musa.

Em 1968, durante a acrimoniosa separação de seus pais, ocorrida, em parte, por causa do caso extraconjugal de Lady Althorp com o empresário Peter Shand Kydd, Diana e seu irmão Charles foram levados por Frances para viver em seu apartamento em Knightsbridge, Londres, onde a princesa foi matriculada numa escola diária local.
No Natal daquele ano, as crianças Spencer foram celebrar a ocasião com seu pai, que se recusou a deixar os filhos retornarem à capital londrina com sua mãe. Subseqüentemente, em 1969, os Althorp brigaram pela custódia dos filhos na Justiça; porém, o juiz concedeu a Lorde Althorp, que foi apoiado por um depoimento de sua sogra contra Frances, a guarda de Diana e de seu irmão Charles. A guarda das irmãs mais velhas da princesa, Sarah e Jane, seria compartilhada igualmente entre os pais.
A separação e o divórcio de seus pais trouxe efeitos negativos a Diana, então com sete anos, que ficou determinada, no futuro, a constituir uma família unida e feliz. Ela não queria repetir os erros de seus pais. Detratores de Diana acreditam que a princesa desenvolveu uma doença mental decorrente de uma infância problemática; entretanto, parentes, amigos e professores dela afirmam que isso não é verdade. Diana, por sua vez, em uma fita gravada, classificou sua infância como infeliz. "Meus pais, eles nunca disseram que me amavam" .
Em 2 de maio de 1969, a mãe de Diana casou-se com Peter Shand Kydd, em uma cerimônia discreta. Enquanto isso, o pai de Diana começou um relacionamento com Raine McCorquodale, a única filha da famosa romancista Barbara Cartland e também a ex-esposa de Gerald Legge, 9° Conde de Dartmouth. O pai de Diana foi chamado de "o outro homem" no divórcio dos Dartmouth.

Como a musa virou Lady

Com a morte de seu avô paterno, Albert Spencer, 7° Conde Spencer, em maio de 1975, o pai de Diana tornou-se o 8.° Conde Spencer. Diana, com catorze anos, e suas irmãs, como resultado disso, receberam cada uma o título de "Lady", prerrogativa comum entre filhas de condes britânicos. Seu irmão Charles tornou-se, por sua vez, o novo Visconde Althorp.
Pouco tempo depois, Johnny Spencer e seus quatro filhos mudaram-se para Althorp, em Northamptonshire, a propriedade ancestral da família Spencer do século XVI, deixando Park House, que era alugada da família real .
Em 14 de julho de 1976, o novo Conde Spencer desposou sua companheira Raine MacCorquodale, num registo de Caxton Hall, Londres. A madrasta nunca teve uma boa relação com seus enteados, que a apelidaram como "Acid Raine".
O filho de Edmund Burke-Roche, 5° barão Fermoy,e de sua esposa, Lavinia Pitman,o primo-irmão de Diana, Patrick Burke-Roche , torno-se o 6º Barão Fermoy (Irlanda).Em 26 de março de 1998, ele casou-se com Tessa Fiona Kayll, filha do major David Pelham Kayll.
Como o romance da musa começou.

Diana frequentou Riddlesworth Hall, em Norfolk, uma escola preparatória para meninas, onde ela foi reconhecida pelo seu talento para as artes, em particular para a dança (estava convencida de que um dia seria uma grande dançarina) e para a música (como pianista e cantora amadora). Diana também era uma excelente esportista: suas paixões eram tênis, natação, hockey e salto ornamental; chegou a ganhar até mesmo prêmios por suas atividades. Popular entre todos, Diana ganhou um prêmio por "prestimosidade", pois estava sempre ajudando seus colegas nas atividades escolares.
Seu pai depois a matriculou em West Heath Girl's School, em Sevenoaks, Kent, esperando que esta respeitável escola aproximasse Diana mais dos estudos e a afastasse do balé, que provavelmente era a maior paixão de sua infância e juventude. A princesa foi educada em West Heath por cinco anos, mas não passou em seus exames finais, mesmo numa segunda tentativa. Como uma cadeira na escola já não era mais possível, Diana terminou sua educação em dezembro de 1977, aos dezesseis anos. Porém, para uma garota de família aristocrática e rica, isso não tinha muito importância: bastava se casar bem.
Em novembro de 1977, durante uma festa de caça em Althorp, Diana Spencer tinha conhecido seu futuro marido, o príncipe Charles, que então namorava sua irmã mais velha, Sarah. Charles e Sarah terminaram o relacionamento em algum momento depois de fevereiro de 1978.
Tendo deixado West Heath, Diana estudou, entre janeiro e março de 1978, no Instituto Alpin Videmanette, em Rougemont, Suíça, onde foi preparada para atividades sociais, como etiqueta, arte culinária, arte floral, línguas e muitas outras.
Como a Lady Musa virou Professora de Jardim de Infancia.

Quando retornou à Inglaterra, Diana, aos dezoito anos, recebeu de seus pais um apartamento em Londres. Em setembro de 1978, Diana iniciou um curso de culinária francesa em Cordon Bleu, apesar de detestar cozinhar, e teve que abandoná-lo para cuidar de seu pai enfermo. Com a ajuda de sua mãe, ela obteve um emprego como professora de balé no conhecido estúdio Vacani, mas ficou pouco tempo ensinando.
Embora fosse filha de nobres, ela trabalhou como uma mulher normal que procurava independência e realização pessoal. Entrou para a brigada da "fita de veludo encarnada", uma associação para mulheres da alta sociedade que procuravam seguir padrões e valores bastante liberais, sendo vulgarmente conhecidas como "Sloane Rangers". Inscreveu-se em duas agências: Solve Your Problems e Knightsbridge Nannies, fazendo tarefas domésticas, como faxineira e babá, antes de se tornar professora do jardim de infância Young England School, em Pimlico.
A sua vida em Londres era tranqüila: não ia a discotecas nem a festas extravagantes, optava por locais mais modestos e calmos, pois era tímida, insegura e sensível. Passava habitualmente os fins-de-semana em Althorp, junto de sua família e amigos. Lady Diana, numa entrevista, disse que naqueles anos queria se manter "tidy", um eufemismo britânico para virgindade, porque ela esperava alguém especial.
Em novembro de 1978, Diana e sua irmã Sarah foram convidadas para o aniversário de trinta anos do príncipe Charles. Numa carta para a sua babysitter, Mary Clarke, Diana revela que teria planeado, juntamente com os seus irmãos, Charles e Jane, casar a sua irmã mais velha, Sarah, com o príncipe Carlos.
Outro convite, desta vez feito pela Rainha para uma semana de caça em Sandringham, veio em janeiro de 1979. Em julho do mesmo ano, Diana e sua irmã Jane foram convidadas pela Rainha para o Castelo de Balmoral, na Escócia.
Em agosto de 1979, um fato devastador para Charles aconteceu: seu tio-avô e padrinho, Lorde Mountbatten, foi assassinado pelo IRA. Eles eram tão próximos que Mountbatten era visto como o "pai substituto" dele. Em um encontro com amigos mútuos, Charles e Diana sentaram-se um do lado do outro e começaram a conversar alegremente até o assunto sobre o funeral de Mountbatten ser tocado. Diana disse:

Você parecia tão triste (...) Meu coração ficava vazio enquanto via você daquele jeito, e eu pensei: 'Isso não está certo, você está completamente sozinho, você deveria ter alguém para cuidar de você. Que bonitim...

Dali em diante, a figura que Charles tinha de uma garotinha, uma vizinha de Sandringham nos tempos de infância, transformou-se definitivamente, e ele começou a procurá-la. Em fevereiro de 1980, foi a primeira vez que Diana passou um fim de semana em Sandringham sem a companhia de uma irmã, apenas da família real. Há rumores de que a então ex-namorada do príncipe, Camilla Parker Bowles (sua atual esposa), ajudou-o a escolher como esposa Lady Diana Spencer. Camilla fazia parte do restrito círculo de amigos de Charles.
É fato que a avó materna de Diana, a Baronesa Fermoy, era a dama de companhia, confidente e amiga da avó materna de Charles, a Rainha Mãe, e há boatos de que as duas planejaram o casamento entre seus netos. Os pais de Charles também esperavam uma nora com as "qualidades certas": Diana, por exemplo, era virgem, protestante e aristocrata.
As constantes aparições de Diana e Charles juntos começaram a atrair a atenção da imprensa, e o The Sun escreveu que um novo romance real começara. A cada momento que saía de seu apartamento, ela era seguida por jornalistas. No dia 6 de fevereiro, Charles combinou um encontro com Diana no Castelo de Windsor. Lá, ele falou o quanto sentiu sua falta durante uma viagem à Suíça e pediu a sua mão em casamento.
No dia 23 de fevereiro, depois de contar as novidades para a família e amigos, Diana saiu de seu apartamento em Coleherne Court e partiu para o Palácio de Buckingham, a fim de evitar a mídia. O Palácio de Buckingham anunciou o noivado no dia 24 de fevereiro de 1981. Diana ficou no palácio em companhia de dois empregados, mas não de seu noivo.
Quando o príncipe teve que realizar uma viagem oficial à Austrália e à Nova Zelândia logo em seguida, Diana foi vista e filmada chorando no aeroporto. Dez dias antes do casamento, Diana perguntou se Charles ainda estava apaixonado por Camilla, após ver um bracelete embrulhado em uma caixa de presente, com as iniciais G. & F. (Gladys & Fred, os apelidos que Camilla e Charles deram um ao outro). Conforme Diana alegou, o príncipe não lhe deu uma resposta clara. Pouco tempo depois, um jantar entre Diana e Camilla foi organizado, e a futura princesa disse, para um de seus cortesãos, que tinha sido um sucesso e que tinham se entendido.
Uma semana antes do casamento, Diana assistiu a uma partida de pólo em que Charles estava jogando. Na arquibancada, ela começou a chorar novamente. Isso aconteceu um pouco depois que ela soube que seu noivo estava planejando entregar o bracelete a Camilla. O Palácio de Buckingham, em resposta, disse que foi exaustão. Apesar disso, Diana e Charles tiveram bons momentos durante seu noivado e pareceram felizes juntos enquanto estavam nas ruas, cumprimentando o público.
O casamento ocorreu na Catedral de São Paulo em Londres, numa quarta-feira, no dia 29 de julho de 1981. A cerimônia contou com 3500 convidados (incluindo Camilla Parker Bowles e seu esposo Andrew) e foi assistida por cerca de um bilhão de pessoas em todo mundo via televisão. Diana se tornou oficialmente Sua Alteza Real a Princesa de Gales e foi imediatamente elevada a terceira mulher mais importante da monarquia britânica, somente atrás da Rainha Elizabeth II e da Rainha Mãe.Diana viajou a varios países em missões da família real britânica, em 1982,representou a rainha Elizabeth II no funeral da Princesa Grace de Mônaco. O casamento do século XX passou a ser comparado a um conto de fadas, e rapidamente a princesa conquistou o público com sua beleza, chamando, muitas vezes, mais atenção do que seu marido.
Entretanto, no palácio real, as tensões entre Charles e Diana aumentaram. O príncipe estava sempre comprometido com seus deveres, e Diana sentia-se sozinha e suspeitava, cada vez mais, de que ele estaria tendo um caso com Camilla Parker-Bowles. Em público, eles continuavam a aparentar um casal apaixonado. No meio da década de 1980, após o nascimento dos dois filhos do casal, Charles passou a ficar mais tempo com seus amigos, incluindo Camilla, bem como a ficar mais tempo em Highgrove House, enquanto que Diana permanecia no Palácio de Kensington.
Relações extraconjugais
Em junho de 1986, Diana conheceu o jovem oficial de cavalaria James Hewitt, que se tornou seu instrutor de equitação[3]. Com o tempo, por iniciativa de Diana, os dois tornaram-se muito próximos. Hewitt alega que a princesa estava se sentindo muito só e infeliz naquele momento. Eles passaram a se encontrar mais na residência da mãe de James, Shirley Hewitt, em Devon, durante os fins de semana, em que os príncipes de Gales não ficavam juntos. Charles também encontrou apoio, com Camilla, à época. Suspeita-se que eles já mantinham um relacionamento antes do casamento em 1981, mas há quem acredite que a relação foi ressuscitada somente em 1989, o que faria de Diana a primeira pessoa a cometer adultério no casamento[4].
Diana e James, que tiveram um caso de três anos[5], tentaram viver como um casal normal quando possível, e ele regularmente ficava em Kensington ou em Highgrove. Todavia, Hewitt teve que se despedir de Diana, pois estava de mudança para a Alemanha[6]. Novamente, Diana estava sozinha.
O próximo relacionamento que Diana teve, depois de Hewitt, foi com James Gilbey, um ex-namorado de sua adolescência, no outono de 1989. Quando Gilbey e Diana souberam que o jornal The Sun tinha comprado uma gravação de uma conversa entre eles, na qual Diana era chamada repetitivamente "Squidgy" por seu amante[7]. Como o conteúdo seria explosivo demais, o The Sun decidiu não publicar nada a respeito.
Em poucas semanas, a princesa cortou suas relações com Gilbey e reatou com Hewitt, que estava se preparando para a Guerra do Golfo[8]. Em fevereiro de 1991, quando a guerra acabou, James retornou à Inglaterra, mas o News of the World publicou sua capa com o título "Herói do Golfo Apaixonou-se por Diana". Dali em diante, a privacidade entre os dois já não era mais possível.
Com a finalidade de contar ao mundo sua história e talvez diminuir o impacto que o Squidgygate faria mais tarde, Diana contatou o biógrafo e amigo Andrew Morton, que ficou encarregado de escrever um livro sobre sua vida a partir de entrevistas feitas secretamente. Morton também mandava à princesa perguntas que ela deveria devolver gravadas. Nelas, Diana acusou a família real britânica de desprezar sua popularidade e disse que passava horas sozinha, questionando-se onde estava seu marido, o que lhe provocou depressão, bulimia e tentativas de suicídio. Ela também culpou Camilla Parker-Bowles por sua infelicidade matrimonial.
O livro foi publicado em junho de 1992 e intitulado "Diana: Her True Story". Morton negou que a biografia era baseada em fofocas e boatos, dizendo que entrevistou a princesa e fontes próximas a elas, que preferiram ficar anônimas[9]. Contudo, um episódio do livro, em particular, realmente não ocorreu, o que conta que ela tentou suicidar-se grávida de três meses do príncipe William caindo de uma escada. Isso gerou um grande criticismo, pois foi um grande exagero por parte de Diana. Em agosto daquele ano, sua conversa gravada com Gilbey foi publicada. Entretanto, a popularidade de Diana continuou alta.
Também em 1992, o Daily Mirror foi contatado por um radioamador que possuia uma gravação de Charles numa conversa telefônica íntima com uma mulher (ver a transcrição da fita). O Daily Mirror passou semanas tentanto confirmar se a mulher na fita era, conforme suspeitavam, Camilla. Em janeiro de 1993, eles publicaram a reportagem. Assim, confirmou-se que o que Diana falara sobre Camilla e Charles era verdade. Até então, eles eram considerados amigos apenas, e os amigos de Charles diziam isso também aos jornais. Mesmo arrasado com o Camillagate, o príncipe não mostrou intenção de abrir mão da amante.
Charles então decidiu adotar a estratégia de sua esposa, usando a imprensa para se promover. O destaque de seu contra-ataque foi um documentário biográfico gravado por Jonathan Dimbleby. Charles gostou da idéia de ser filmago trabalhando e concordou em falar de seu casamento. Na noite em que o programa de Dimbleby foi exibido, 29 de junho de 1994, Diana tentou ofuscar Charles com um vestido estonteante. No documentário, Charles confessou que tinha sido infiel.
Dimbleby também publicou, em 1994, "The Prince of Wales: A Biography", que conta detalhes sobre a educação, casamento, atividades, finanças, caridades e estilo de vida de Charles. O livro disse que o comportamento de Diana no início do casamento era indicativo de transtorno de personalidade limítrofe. Diana, segundo Dimbleby, era obsessiva demais e fora de controle, abrindo cartas e escutando atrás de portas. O psiquiatra de Diana, Dr. Neville Marks, contudo discordou disso.
Em 1995, Camilla Parker-Bowles divorciou-se de seu marido Andrew.
Para manter a vantagem na Guerra dos Galeses, Diana, em 1995, realizou uma entrevista eletrizante no programa Panorama BBC:
Como Príncipe de Gales, ele tem mais liberdade. Ser rei seria mais sufocante, e, como conheço a personalidade dele, acho que o "emprego de rei", como chamo, lhe traria muitas limitações, e não sei se ele conseguiria se adaptar a elas
A citação acima de Diana foi ouvida por 22 milhões de pessoas, e sua referência a Camilla "atrapalhando o casamento" foi a última salva da desastrosa união; o divórcio seria inevitável. Na entrevista, ela também admitiu que foi infiel.
O divórcio foi finalmente finalizado em 28 de agosto de 1996. O acordo criado pelos advogados dos príncipes estabelecia que Diana poderia continuar vivendo no Palácio de Kensington; que a guarda dos príncipes William e Harry seria dividida entre eles; e que uma quantia de £17 milhões de libras seria concedida à Diana, sob a condição de que esta renunciasse ao tratamento de "Sua Alteza Real".
A partir daí, seu título oficial passou a ser "Diana, Princesa de Gales", mas foi mantida como membro da Família Real Britânica já que era mãe do 2.° e 3.° na linha de sucessão à coroa britânica.
A Princesa Diana tornou-se bastante conhecida por apoiar projetos de caridade (tanto antes como depois de seu divórcio) e ajudava especialmente campanhas contra minas terrestres e no combate à AIDS.
Em abril de 1987, a Princesa de Gales se tornou a primeira grande celebridade a ser fotografada tocando uma pessoa infectada com o vírus HIV. Sua contribuição para mudar a opinião pública em relação aos aidéticos foi levantada em 2001 pelo presidente americano Bill Clinton, quando este disse:
Em 1987, quando muitos acreditavam que a AIDS poderia ser contraída através do toque, a Princesa Diana sentou-se numa cama onde deitava um aidético e segurou sua mão. Ela mostrou ao mundo que as pessoas com AIDS não mereciam o isolamento, mas sim compaixão. Isso ajudou a mudar a opinião do mundo, ajudou as pessoas com AIDS, e também ajudou a salvar as pessoas em risco.
A visita de Diana a Luanda, Angola, em janeiro de 1997, talvez tenha sido a sua aparição mais importante, trabalhando como uma voluntária VIP do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Diana visitou sobreviventes das explosões de minas terrestres em hospitais, excursionou projetos organizados pela HALO Trust e compareceu em aulas de conhecimento sobre minas terrestres que ameaçavam casas e vilarejos.
Em agosto do mesmo ano, Diana visitou a Bósnia com o Landmine Survivors Network. A princesa tinha interesse em evitar os prejuízos que as minas causavam às pessoas, especialmente a crianças.
Em janeiro de 2005, as atividades de Diana referentes a minas terrestres produziram poucos frutos. A Organização das Nações Unidas apelou para que as nações que produziam e que estocavam o maior número de minas terrestres (China, Índia, Coréia do Norte, Paquistão, Rússia e Estados Unidos) assinassem o Tratado de Ottawa, proibindo sua produção e uso, contra os quais Diana lutou em campanhas.
Carol Bellamy, diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), disse que minas terrestres continuam sendo "uma atração mortal para crianças, cujas inata curiosidade e necessidade de brincar freqüentemente as levam direto para o caminho do mal".
Em 31 de agosto de 1997, Diana morreu num acidente automobilístico no túnel da Ponte de l'Alma, em Paris, França, juntamente com Dodi Al-Fayed e com o motorista Henri Paul. A Mercedes-Benz S280 sedan deles bateu fortemente no 13° pilar do túnel. Como não havia barras metálicas entre os pilares, uma pequena mudança na direção do veículo poderia facilmente resultar numa colisão frontal.
O guarda-costas de Fayed, Trevor Rees-Jones, era o mais próximo do ponto de impacto e foi o único sobrevivente do acidente. Trevor também era o único ocupante do carro que estava utilizando o cinto de segurança - o que não é comum, pois guarda-costas precisam de livre movimento para proteger profissionalmente alguém. Rees-Jones, depois de meses em coma no hospital, disse que não tinha lembranças do acidente.
Henri Paul e Dodi Al-Fayed morreram imediatamente, e Diana - sentada ao banco de trás - resvalou-se brutalmente durante o impacto e bateu no banco à sua frente, causando uma hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Diana foi transportada para o Hospital Pitié-Salpêtrière, onde, apesar das inúmeras tentativas de reanimação cardiorrespiratória, ela morreu às 4 da madrugada. Seu funeral, em 6 de setembro de 1997, foi assistido por aproximadamente dois bilhões de pessoas em todo o mundo.
A morte de Diana tem sido matéria de difundidas teorias de conspiração[carece de fontes?], apoiadas por Mohamed Al-Fayed[carece de fontes?], cujo filho Dodi morreu no acidente. Tais teorias foram rejeitadas pelos investigadores franceses e oficiais britânicos, que relataram que Henri Paul, o motorista do automóvel, estava sob efeito de bebida e drogas. Em 2004, as autoridades ordenaram um inquérito independente por Lord Stevens, um ex-chefe da Metropolitan Police Service. Lord Stevens disse que o caso era "mais complexo do que pensava" e declarou ter conseguido novas evidências forenses. As autoridades francesas também decidiram reabrir o caso.
É dito que o lugar de descanso da princesa é a propriedade campestre de sua família, Althorp, em Northamptonshire, Inglaterra. O plano original era enterrar seu caixão na câmara mortuária dos Spencer na igreja local, perto de Great Brington; porém, o irmão de Diana, Charles Spencer, o 9° Conde Spencer, ficou preocupado quanto à segurança e quanto à curiosidade pública. Então ele decidiu que Diana seria enterrada num local onde sua tumba pudesse ser cuidada diariamente e visitada pelos príncipes William e Harry e por parentes.
Lord Spencer escolheu como local de sepultamento uma ilha no lago ornamental de Althorp. Uma trilha com trinta e seis árvores - que simbolizam os anos de vida de Diana - leva até o lago. Quatro cisne-negros simbolizam sentinelas, e há muitos lírios aquáticos na água. Rosas brancas e lírios eram as plantas favoritas de Diana. Perto do lago, um ancestral arboreto contém árvores plantadas pelos príncipes William e Harry, por outros membros da família e pela própria Diana
Bem legal a historia dessa musa. E irei investigar mais essas teorias da conspiração. E depois eu passo aqui.

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